O governador Eduardo Riedel aparece na liderança da disputa pelo Governo de Mato Grosso do Sul e amplia vantagem sobre os adversários na mais recente pesquisa do Instituto Ranking Brasil Inteligência. O levantamento, realizado entre os dias 3 e 7 de maio em 30 municípios do Estado, mostra Riedel consolidado tanto na pesquisa espontânea quanto na estimulada.
No cenário espontâneo, quando os nomes não são apresentados aos entrevistados, Riedel lidera com 23,4% das intenções de voto. Em seguida aparecem Fábio Trad (PT), com 9%, e João Henrique Catan (Novo), com 3,6%.
Também foram citados Delcídio do Amaral, com 2%, Renato Gomes, com 1%, Jefferson Bezerra, com 0,8%, e Lucien Rezende, com 0,4%. Outros nomes somaram 1%.
O levantamento mostra ainda um percentual elevado de indefinição do eleitorado neste momento da pré-campanha. Os entrevistados que disseram não saber ou preferiram não responder somam 36,8%, enquanto brancos e nulos representam 22%.
Já na pesquisa estimulada, quando os nomes dos possíveis candidatos são apresentados, Eduardo Riedel amplia a vantagem e alcança 44,2% das intenções de voto. O índice representa crescimento em relação ao levantamento anterior, quando o governador aparecia com 42%.
Fábio Trad ocupa a segunda posição com 20%, seguido por João Henrique Catan, com 9,6%, e Delcídio do Amaral, com 6,6%.
Renato Gomes aparece com 3,8%, Jefferson Bezerra tem 1,6% e Lucien Rezende soma 0,8%.
Brancos e nulos representam 7% dos entrevistados, enquanto 6,4% disseram não saber ou não responderam.
Rejeição
No índice de rejeição, o ex-senador Delcídio do Amaral lidera com 15,6%. Fábio Trad aparece com 13,4% e Lucien Rezende registra 11,6%.
Eduardo Riedel está entre os candidatos menos rejeitados da pesquisa, com 8,6%.
Dados técnicos
A pesquisa do Instituto Ranking Brasil Inteligência ouviu 2 mil eleitores em 30 municípios de Mato Grosso do Sul.
O levantamento está registrado no TSE sob os números BR-09022/2026 e MS-05477/2026. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.
A metodologia utilizada foi quantitativa, com entrevistas presenciais e aplicação via sistema CATI.


