A Fundação do Trabalho de Mato Grosso do Sul (Funtrab) emitiu nesta segunda-feira (8) um alerta à população sobre tentativas de golpe envolvendo falsas ofertas de emprego divulgadas indevidamente em nome da instituição e de empresas parceiras.
Segundo a Fundação, foram registrados relatos de trabalhadores abordados por terceiros que, após suposto encaminhamento para vagas de emprego, receberam solicitações de pagamento para cursos, treinamentos ou outras etapas do processo seletivo.
Diante da situação, a Funtrab reforça que não cobra qualquer valor pelos serviços prestados. O alerta vale para cadastro de trabalhadores, encaminhamento para vagas de emprego, emissão de documentos, participação em processos seletivos e cursos de qualificação profissional.
A instituição destaca ainda que criminosos costumam utilizar nomes de órgãos públicos e empresas conhecidas para dar aparência de legitimidade às fraudes e convencer as vítimas a realizar pagamentos.
Encaminhamentos são feitos pelos canais oficiais
De acordo com a Fundação, os encaminhamentos para vagas de emprego ocorrem exclusivamente por meio dos canais oficiais da instituição e, em regra, de forma presencial nas Casas do Trabalhador distribuídas pelo Estado.
A Funtrab enfatiza que nenhum servidor ou representante está autorizado a solicitar depósitos bancários, transferências, PIX ou qualquer outro tipo de pagamento para garantir vagas de emprego ou participação em processos seletivos.
A orientação é que trabalhadores interrompam imediatamente qualquer contato suspeito, não realizem pagamentos e busquem confirmação das informações diretamente junto à Fundação.
Vítimas devem procurar a polícia
A Funtrab recomenda que pessoas que tenham sido alvo desse tipo de fraude registrem Boletim de Ocorrência e comuniquem o caso às autoridades competentes.
A Fundação reforça ainda que informações sobre vagas de emprego, programas, ações e serviços são divulgadas exclusivamente por seus canais oficiais e que dúvidas devem ser esclarecidas diretamente nas Casas do Trabalhador ou pelos meios oficiais de comunicação da instituição.
Foto: Bruno Rezende/Secom/Arquivo
