Café da Manhã na Morada dos Baís é justa homenagem aos artesãos durante a Semana

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  • Publicado em 21 mar 2026

    por Karina Medeiros de Lima •

  • Os artesãos de Mato Grosso do Sul foram homenageados com um Café da Manhã na Morada dos Baís na manhã deste sábado (21), durante a programação da Semana do Artesão. Aconteceu durante o evento uma apresentação musical com o duo Guto Colato e Wânia Maria.

     Anualmente a Associação da Praça dos Imigrantes realiza o café da manhã na Praça do Imigrantes fazendo uma grande comemoração para os artesãos e público em geral esse ano como a Praça dos Imigrantes está reforma o evento foi realizado na Morada dos Baís, onde atualmente encontra-se a Associação da Praça dos Imigrantes (API).

    A diretora de Artesanato e Moda da FCMS, Katienka Klain, explica que o Café da Manhã na Praça começou lá na Praça dos Imigrantes, enquanto tinha sede lá, em que eles faziam uma forma de homenagem, e depois virou muito maior, virou uma grande feira. “Agora, na Morada dos Baís, de forma provisória, continua o projeto do Café da Manhã na Praça. É uma homenagem aos artesãos mesmo, é um evento deles para eles. Eu acho que é um momento de confraternização, depois de tanto trabalho, de feiras, de tantos eventos, acabam se confraternizando aqui, tomando café, relaxando, conversando”.

    A artesã, empreendedora, empresária e conselheira de Cultura do Estado, Lucimar Maldonado, falou que o Café da Manhã aos artesãos é um momento muito importante, porque é um momento de realmente solidariedade. “Aqui é o momento que a gente está entre nós. O artesão está sentado aproveitando o seu dia, porque todas as outras ações é como empreendedor, como empresário. Nós temos lá o Armazém Cultural, que é o comércio. A gente continua lá dentro do armazém trabalhando aquilo que a gente faz o ano todo. E o momento do café da manhã na praça, que é a praça dos imigrantes, é uma tradição da praça, é esse momento de confraternização. A gente esquece o trabalho, é o momento que a gente está entre nós, entre os artesãos, e isso é muito importante, porque talvez seja um momento único que a gente possa olhar realmente um para o outro sem olhar para a sua arte, mas olhar para o artesão como ser humano, como pessoa que ele é”.

    A artesã Josefa Mazarão, de Caarapó, participa da Feira Mãos que Criam, durante a Semana do Artesão, e veio junto com outras artesãos de sua cidade curtir o Café da Manhã. “Este evento é um meio de dos artesãos se reunirem. A gente que mora no interior, aí a gente vem pra cá, a gente se reúne com mais artesãos, então é um meio muito bom pra gente estar se comunicando. E é muito bom”.

    A artesã de Corumbá Catarina Guató esteve presente no Café na Praça. “Eu acho tudo maravilhoso, gratificante, as pessoas veem que a gente está aí e precisa unir todo mundo, tomar um café da manhã assim, todo mundo junto, conversa com um outro, outra conversa. É maravilhoso, eu gosto dessa união que eles fazem entre a gente. A participação de Corumbá, que pra mim é muito bom, porque você sabe que Corumbá não tem muito movimento, né? Aí sempre que a Fundação de Cultura convida pra vir pra cá, pra nós é muito bom. É muito ótimo, porque ajuda nós a vender, ajuda nós a saber, ajuda nós a encontrar com o Sebrae, tudo junto, tem a rodada de negócio, é maravilhoso, eu acho”.

    Os músicos Guto Colato e Wânia Maria, que se apresentaram no Café na Praça, acham importante o apoio da Fundação de Cultura para a arte. “Eu acho muito bonita essa iniciativa do governo do Estado, de estar apoiando a arte, a cultura. Para a gente é um privilégio poder mostrar o nosso trabalho, que é voltado a essa pauta, a música essencialmente brasileira, a bossa nova, o samba, o frevo, e estar nessa parceria com a Wânia Maria, para mim é fantástico”, disse Guto. “E trazer a música brasileira, trazer as raízes, trazer a essência da música, da bossa nova, para o nosso Estado, que basicamente tem outros estilos, não menos, mas porém diferentes, que apreciam, é algo novo, é algo diferente e ainda mais nesse patrimônio histórico que nós temos aqui, é realmente gratificante para mim”, finaliza Wânia.

    Fotos: Samuel Rocha


    Fonte: Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul – FCMS

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