O jornalismo de Mato Grosso do Sul amanheceu mais triste com a morte de Celso Bejarano Júnior, aos 63 anos. Reconhecido por sua atuação firme e ética, ele era repórter do Jornal Midiamax e dedicou a vida à missão de informar com coragem e responsabilidade.
Há pouco tempo, Celso havia descoberto uma insuficiência cardíaca e passou por cirurgia, na expectativa de retomar a rotina que tanto amava. Apesar dos esforços médicos, ele não resistiu. O jornalista faleceu por volta de 1h10 da madrugada desta quarta-feira (4), no Hospital da Cassems, em Campo Grande.
Ao longo da carreira, construiu uma trajetória respeitada e admirada. Deu os primeiros passos no Diário da Serra e, com talento e determinação, ampliou horizontes, tornando-se correspondente da Folha de S.Paulo e repórter do UOL, levando o nome de Mato Grosso do Sul para todo o país.
Destacou-se especialmente no jornalismo investigativo de fronteira, área em que atuou com bravura e compromisso com a verdade. Também integrou a equipe do Correio do Estado antes de retornar ao Jornal Midiamax, onde seguia exercendo a profissão com a mesma paixão de sempre.
Além das redações, Celso participava da Comissão de Ética do Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Mato Grosso do Sul, reafirmando seu zelo pela conduta e pela credibilidade da imprensa.
Ele deixa três filhos, familiares, amigos e colegas profundamente consternados. Fica também um legado marcante de profissionalismo e dedicação ao jornalismo sul-mato-grossense. Ainda não há informações sobre o horário e o local do velório.
