InícioPolíciaAbordagem do Batalhão de Choque termina com morte em Campo Grande

Abordagem do Batalhão de Choque termina com morte em Campo Grande

Rapaz de 19 anos morreu após abordagem policial realizada por equipes do Batalhão de Polícia Militar de Choque na madrugada deste sábado (6), no Jardim Tijuca, em Campo Grande. O suspeito foi identificado pelas iniciais M.O.M.S. O caso ocorreu por volta das 4h45 nas proximidades do cruzamento das ruas Ana Álvares Pires e Dantas Barreto.

Conforme a corporação, durante a abordagem ele teria desobedecido às ordens policiais e apontado uma arma de fogo em direção aos militares. “Diante da injusta agressão e do risco iminente à vida dos policiais, foi necessária a adoção dos meios legalmente previstos para cessar a ameaça, resultando em morte decorrente de intervenção legal de agente do Estado”, diz nota do Batalhão.

No local, foram apreendidos uma pistola Taurus TS-9 calibre .40 e uma motocicleta Honda CG 125 Fan com registro de roubo/furto.

Além dos detalhes da ocorrência, a Polícia Militar divulgou o histórico criminal atribuído ao jovem, apontando uma série de registros desde a adolescência.

De acordo com a corporação, ele possuía cinco registros por tráfico de drogas e outros cinco por receptação. O histórico também inclui três ocorrências relacionadas a crimes envolvendo armas de fogo.

Ainda conforme os dados divulgados pela PM, o jovem tinha registro por roubo qualificado, falsa identidade, evasão de custódia legal, além de duas ocorrências por dano ou dano qualificado e duas relacionadas à violência doméstica, incluindo ameaça e vias de fato.

A corporação informou ainda que há um registro em que ele figura como suspeito de tortura qualificada.

Segundo a Polícia Militar, o histórico inclui o cumprimento de três mandados de busca e apreensão, além de passagens por unidades socioeducativas e pelo sistema prisional, com registros de internação, recâmbios, evasão e posterior custódia judicial.

A ocorrência foi registrada, em tese, pelos crimes de tentativa de homicídio qualificado contra agentes de segurança pública, porte ilegal de arma de fogo, receptação, resistência e desobediência, além do procedimento referente à morte decorrente de intervenção legal de agente do Estado.

De acordo com a PM, todos os procedimentos legais e periciais cabíveis foram adotados, com o acionamento dos órgãos competentes para a realização dos levantamentos técnicos e das demais providências investigativas.

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