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Grupo planejou ataque a tiros que matou criança em Campo Grande

O ataque a tiros que matou uma criança de aproximadamente 2 anos na madrugada deste domingo (17), no Jardim Noroeste, em Campo Grande, foi planejado e teve participação de pelo menos quatro pessoas, segundo informações divulgadas pela Polícia Militar.

De acordo com a corporação, os suspeitos monitoraram o local antes da execução do atentado, que também deixou outras três pessoas feridas em uma conveniência da Rua Indianápolis.

As investigações apontam que o grupo agiu de forma coordenada após uma briga ocorrida anteriormente no estabelecimento conhecido como Prime 2. Testemunhas relataram que uma Fiat Toro vermelha passou várias vezes em frente à conveniência observando a movimentação das vítimas antes do crime.

Pouco depois, dois homens chegaram em uma motocicleta Honda Bros vermelha. O garupa desceu e efetuou diversos disparos contra as pessoas que estavam no local.

A criança atingida pelos tiros não resistiu aos ferimentos. Outras três vítimas seguem internadas.

Horas após o crime, equipes da Polícia Militar, com apoio da Polícia Civil, localizaram os suspeitos durante buscas na região. Um dos veículos usados no atentado foi encontrado circulando próximo ao cruzamento das ruas Vaz de Caminha e Evaristo da Veiga. O motorista tentou fugir da abordagem, mas acabou interceptado.

Durante a investigação, os policiais identificaram contradições nos depoimentos dos envolvidos e conseguiram esclarecer a participação de cada suspeito no ataque.

O homem apontado como autor dos disparos foi localizado escondido em um imóvel de Campo Grande. Segundo a polícia, ele indicou onde havia escondido a arma usada no crime, que acabou apreendida.

Também foram apreendidos celulares, a Fiat Toro e a motocicleta Honda Bros utilizada no atentado. A moto estava escondida em um imóvel ligado aos investigados.

Ao todo, quatro pessoas foram presas suspeitas de participação direta no ataque. Os presos foram identificados pelas iniciais M.J.A.C., de 36 anos, A.D.S., de 42 anos, T.S.L., de 31 anos, e G.M.S., de 34 anos.

O caso segue sob investigação da Polícia Civil.

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