Nesta quarta-feira, 22 de abril, é celebrado o Dia Mundial da Terra, data que reforça a importância da preservação ambiental e da adoção de práticas sustentáveis em todo o mundo.
Instituído em 1970 pelo senador norte-americano Gaylord Nelson, o movimento teve como objetivo inicial chamar a atenção para os impactos da poluição atmosférica. Em 2009, a data foi oficialmente reconhecida pela Organização das Nações Unidas (ONU), consolidando-se como um marco global de conscientização ambiental.
Alinhado a esse compromisso, o Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul tem intensificado suas ações institucionais voltadas à sustentabilidade, com destaque para uma medida estratégica: a priorização do uso de etanol em sua frota oficial.
A iniciativa, que deverá estar plenamente implementada até o final de maio de 2026, representa um avanço concreto na redução das emissões de gases de efeito estufa (GEE) do Tribunal. A combustão móvel — proveniente do uso de veículos — é atualmente uma das principais fontes emissoras da instituição, responsável por 28,64% das emissões totais, segundo o Inventário de Emissões referente ao ano de 2024.
Ao substituir combustíveis fósseis por etanol, o TJMS promove uma redução significativa da sua pegada de carbono, adotando uma solução viável, imediata e alinhada às melhores práticas de gestão ambiental no setor público.
Além dessa ação, o Tribunal integra o Programa Justiça Carbono Zero, que visa à descarbonização do Poder Judiciário brasileiro por meio da medição, redução e compensação das emissões de GEE. A iniciativa está alinhada às diretrizes da Agenda 2030 da ONU e estabelece como meta a neutralidade de carbono até 2030.
A implementação do programa é estruturada em três pilares: a elaboração de inventários de emissões, a adoção de medidas efetivas de redução e a compensação das emissões geradas pelas atividades institucionais.
O TJMS também se destaca pelo uso de fontes limpas de energia, sendo atualmente um tribunal 100% abastecido por energia renovável, após a implantação da Usina Fotovoltaica da Gameleira, em 2024.
Com ações concretas e metas definidas, o Tribunal caminha ao lado da sustentabilidade na construção de um futuro ambientalmente responsável.

